Mostrando postagens com marcador charlie brown junior. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador charlie brown junior. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de março de 2013

Refletindo a vida

Por que será que grandes nomes ou grandes personalidades morrem de forma estranha? É estranho pensar que tantos artistas, mesmo com tudo que o dinheiro pode comprar sofrem de problemas, talvez, simples de serem resolvidos ou que poderiam ser evitados.

Não sei de todos os casos, mas para ilustrar: Kurt Cobain foi encontrado morto com um tiro na cabeça, Jimmy Hendrix se afogou no próprio vômito, Michael Jackson teve overdose de remédios para alívio de dores, Cazuza e Renato Russo morreram de Aids (esse não é simples de se resolver, mas poderia ter sido evitado), além de tantos outros...

Se a vida humana é tão frágil, porque então, não se cuidar para que ela seja duradoura? Quando vemos pessoas largadas nas ruas, sem muitas condições de mudar de realidade, ficamos com dó, mas, muitas vezes, não temos pena quando violamos nossa própria integridade. Fazemos coisas que nos prejudicam e não nos importamos com as consequências.

A morte do cantor Chorão foi uma surpresa, mas algo que, quem o conhecia, tinha ideia de que não demoraria muito a acontecer. Logicamente que, a realidade dele, não muda o sentimento dos fãs, da mesma maneira que não muda essa minha condição (de fã).

Penso que essa morte foi um desperdício... de talento, de referência e de musicalidade. Hoje me pergunto: Qual banda, nas condições atuais do cenário musical brasileiro, assumirá o posto que o Charlie Brown Junior deixou, já que o que vemos/ temos são bandas solúveis?

NOTA: Essa é uma pequena reflexão e uma simples forma de homenagear um artista que teve influência em grande parte da minha vida. Que levantou a bandeira do esporte que amo (skate) e que fez músicas que estão gravadas na minha memória. Descanse em paz, Chorão!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Relato musical

Não sei se isso já aconteceu com você, mas quando criança, acontecia de meus pais ou tios colocarem determinada música pra tocar e eu sair de perto para não ter que escutar aquele som.

Engraçado que ainda tachava a música de "chata" ou "de velho". Não sei explicar o motivo de não gostar daquilo, sendo que ainda não havia um conceito/ definição de música boa.

Na época, era empolgante aumentar o volume ao som de Raimundos, Charlie Brown Junior, Offspring, Red Hot, Blink 182, Limp Bizkit, etc... Hoje essas mesmas bandas possuem a ocasião certa pra serem ouvidas. Djavan, Jorge Ben, Tim Maia, Gilberto Gil e outros não tinham vez no rádio de casa.

Engraçado que o tempo passou e tudo aquilo que eu não ouvia passou a ser admirado, mais ainda depois de começar a estudar música. Sempre me autodenominei eclético, mas desse "bicho" aí eu não tinha nada. Dizem que aprendemos com os próprios erros, mas parece que, mesmo tendo essa consciência, continuo errando e subestimando a genialidade de certos artistas. Lembrando que estou falando de MÚSICA, não apenas de música.

Certa vez alguém disse que os brasileiros investem em certos estilos, sendo que estes, geralmente, ficam presos à região de origem ou, mesmo, no país e não veem que o MPB roda o mundo fazendo sucesso por onde passa. Nada contra quem curte os estilos universitários e/ou ritmos da moda - até porque são legais ouvir em festas, reuniões familiares, toca-las com os amigos - mas concordo com essa afirmação.

É... acho que estou ficando velho ou chato, quem sabe, velho e chato
.