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quarta-feira, 4 de março de 2015

Criatividade x preguiça

Dizem que preguiça mata, mas esse é o clichê - o que ninguém para para analisar é que foi por causa da preguiça que a tecnologia se desenvolveu (teoria minha).

É verdade, vamos aos exemplos:

1º - O que você usa para mudar os canais da sua televisão? Controle remoto.
2º - O telefone que você usa é com fio? Provavelmente, não.
3º - Você fica na beira do fogão tomando o cuidado para o leite não transbordar? Não.

Deu pra entender que a preguiça aguça a criatividade do homem, que busca desenvolver recursos para, cada vez mais, levar uma vida mais tranquila e sem encheção de saco. Quanto menos se mexer para realizar alguma tarefa, melhor.

Atualmente, pra quase tudo, basta apertar um botão, falar, dar um comando ou fazer um gesto e algo acontece imediatamente, de forma simples e eficaz. E essa facilidade nos deixa mal acostumados. Mais exemplos?!

1º - Você gosta de ter que ir à padaria à pé?
2º - Escada ou escada rolante?
3º - Levantar ou não pra trocar de canal?

Não estou dizendo que todo mundo é preguiçoso ou incentivando que você seja um(a), apenas mostrando que a preguiça tem lá seus benefícios.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Criatividade x tristeza

Realmente, não da pra entender como se fica criativo nos momentos ruins da vida ou quando se está triste. Parece que os dois (criatividade e tristeza) foram feitos um para o outro.

Não que isso seja uma regra ou que a criatividade só virá por meio da angústia, mas muitas mudanças acontecem quando passamos por alguma situação assim. A vontade de mudar ou de se expressar são mais evidentes.

Talvez seja por esse motivo que muitas músicas boas são escritas em ocasiões de baixa emocional. Quem sabe porque a sensibilidade em relação ao que está à nossa volta aumenta, ou então, por estarmos mais atentos ao que está acontecendo com a gente mesmo - em períodos de reflexão.

Só pra exemplificar, Amy Winehouse tinha letras profundas e que refletiam a fase em que estava vivendo. Infelizmente essa análise foi feita tarde demais, arrisco dizer que não só com ela, mas com diversos outros artistas.

Se tem algo bom nesse tipo de vivência é a possibilidade de se conhecer e de tentar coisas novas, descobrir habilidades e talentos. O que não se deve fazer é deixar se abater a ponto de não querer mais nada com a vida. Ser forte é o melhor caminho.