domingo, 31 de janeiro de 2010

Jaspion: Quem não se lembra dele?

Quem nasceu na década de 80, com certeza, já deve ter assistido um episódio ou, pelo menos, ouvido falar do herói japonês, Jaspion.

Para quem não sabe, Jaspion é o sobrevivente de um acidente espacial que matou seus pais quando ele ainda era pequeno. Após o acidente, Jaspion foi encontrado pelo sábio Edin, que o criou por vários anos.

Em sua fase adulta, o herói tem como missão juntar cinco crianças e um bebê para acabar com os planos do vilão Santan Goss e seu filho MacGaren. Para isso, Jaspion conta com a ajuda de Anri, Myia, Edin e Boomerman, além de sua armadura de Metaltex e do gigante guerreiro Daileon.

Para recordar um pouco da infância e dos bons tempos de Jaspion, aí vai uma versão bem tocada da música tema do seriado.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

R.A.P das quebradas para os condomínios

A música, de uma forma geral, faz parte da vida de muitas, se não, de todas as pessoas. Até os mais tímidos não resistem e, discretamente, batucam com os dedos em cima de qualquer superfície.

Existe estilo para os mais diversos gostos. E se você tem um gosto muito exótico, logo será inventado um estilo musical que irá agradar. Um ritmo que vêm ganhando força e mostrando muito mais que apenas letras violentas, é o rap. Alguns chamam de alternativo, mas prefiro chamar de "nova escola".

Não faz muito tempo que as letras eram de conteúdo agressivo e falavam, normalmente, de vingança, morte e coisas do tipo. No clichê: se torcer sai sangue. Sem citar nomes, boa parte dos grupos cantavam isso, gerando talvez, preconceito com o estilo musical e certa violência por parte do próprio público.

Agora, citando nomes, podemos ver uma evolução mental dos rimadores. Parece que agora o rap tem um sentimento, é mais envolvente e com rimas mais abrangentes, tratando de assuntos não mais isolados. Nomes como Kamau, Slim Rimografia, Emicida e muitos outros espalhados pelo Brasil fazem a diferença no cenário musical.

Sem perder a essencia de retratar a realidade dos humildes, o rap vive outra realidade, falando de assuntos como emprego, cotidiano e amizade, por exemplo. Seguindo essa linha de composição, a nova escola vem ganhando cada vez mais espaço.

Parece que desta vez o rap encontrou o caminho para atingir, musicalmente, pessoas das mais variadas classes sociais. E a tendência é melhorar.

domingo, 22 de novembro de 2009

Sábia loucura (de Deus)

Em 1 Coríntios 1: 25, está escrito "... Por que a loucura de Deus é mais sábia que o homem e a fraqueza de Deus é mais forte que o homem". A princípio, pode parecer mais um trecho bonito da bíblia, mas a profundidade deste versículo vai um pouco mais além.

Em muitos casos, vemos médicos com um "nó no cérebro", sem saber explicar certos acontecimentos, que são verdadeiros desafios à medicina. Porém, eles sabem que isso é obra divina. Por outro lado existem pessoas que dizem ser tudo, menos o agir de Deus.

Quando temos que fazer alguma escolha, principalmente, se ela envolver religião, muitas pessoas riem ou nos julgam loucos, mas aí vem a resposta para as brincadeiras. Deus sabe o que é melhor para cada um de seus filhos, mesmo que aos olhos humanos pareça loucura, impossível ou qualquer coisa desse tipo.

Em momentos difíceis, quando sentimos que não vamos mais aguentar, algo vem ao encontro para nos encorajar e nos dar o sustento necessário para vencer. Isso porque, como ser humano, somos fracos, mas para a nossa sorte temos Alguém, que mesmo "fraco" é mais forte que qualquer Super-homem ou mais inteligente que qualquer Albert Einstein.

Louco mesmo é quem não quer enxergar a grandeza de Deus.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Novo membro

Depois de um bom tempo resistindo ao álbum digital de fotos, eis que surge uma pequena extensão do blog.

Agora é vez de algumas de minhas fotos serem inseridas e divulgadas. Assim como os textos, as fotografias também são dificeis de serem feitas, mas a intenção é estar sempre colocando algo novo.

Para estrear este espaço, foi feita uma pequena seleção do pouco material arquivado no meu computador. Abaixo está o link para o álbum, o mesmo endereço também ficará disponível na coluna ao lado.

Álbum de Fotos (
clique aqui)

terça-feira, 6 de outubro de 2009

O bom inimigo

Quem nunca teve um inimigo levanta a mão! Mesmo que você não tenha um inimigo, é bem provável que haja uma pessoa que não goste muito de você, mesmo que não haja motivos concretos para isso. Há quem diga que isso é inveja.

Bom seria se todos nós tivessemos apenas amigos e que não houvesse rancor entre as pessoas, mas isso soa como utopia ou, quem sabe, como a idealização de um mundo perfeito. Na prática, o que se pode perceber é bastante diferente da realidade.

De tudo, o que se pode fazer é tirar proveito, mesmo das coisas que, talvez, sejam/ pareçam ruins. Um inimigo, por exemplo, é uma boa pessoa para nos ajudar a crescer. É verdade e eu explico o por quê.

Normalmente, o inimigo exalta aquilo que há de ruim em você. Como dizem, "violência gera violência", então brigar não vai adiantar. Ficar parado, olhando também não vai resolver o problema, então o jeito é usar eliminar um item da lista de provocações do "invejoso". Esta é a arma contra aqueles que desejam o nosso mal.

Na teoria, é fácil transformar pontos negativos em pontos positivos, mas para isso é necessária mudança de atitude e é isso que torna a tarefa difícil. Um gordinho que quer emagrecer, tem que comer menos e isso é difícil. Um pessoa que quer parar de fumar, tem que começar fumando menos e isso é difícil, logo tranformar defeitos em qualidades também é difícil. É mais cômodo deixar tudo como está.

Não estou dizendo que devemos criar personagens para nós mesmos, nem que devemos agradar à todos, mas quanto menos pessoas apontando e fazendo comentários, é melhor.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Visto sim

Sem dúvida o dinheiro é o que movimenta o mundo, não é a toa que o chamamos de "capitalista". É impressionante como o dinheiro tem influência sobre quase todas as coisas que fazemos atualmente. Por exemplo, com dinheiro, podemos nos livrar da cadeia, conseguir amigos, namoradas (os), ser famosos e também moldar o próprio estilo.

Talvez quem sofra mais com a falta de dinheiro são as crianças que dependem, em tudo, dos pais, mais ainda quando falamos de roupas. No começo, aquele conjuntinho que a tia deu no aniversário do sobrinho, sirva como uma salvação para o bolso dos pais do menino ou da menina, que é obrigada a usar, sem ter a chance de questionar a beleza dos trajes.

Aos olhos dos pais, "ficou uma gracinha"; das crianças mais velhas, "garotinho da mamãe"; do irmão mais velho, "ridículo"; do irmão mais novo, "quero ser igual a ele quando crescer". Agora, o que pensa o dono da roupa?

Quando a criança cresce e começa a trabalhar, o dinheiro entra e o guarda-roupa se renova. Agora as roupas que eram dadas pelos parentes mais próximos, começam a dar lugar às peças mais personalizadas e que dizem muito sobre o estilo da pessoa. Caso ela não seja do tipo conservadora, é quase certo comentários do tipo: "Parece que você está com as calças cheias (cagado)!" ou "Esta roupa é muito apertada/ não serve pra você!".

Interessante que se você é pobre, ter estilo é ser ridículo, mas se você é rico, ter estilo é ser "estiloso". Quem não se lembra do visual do Ronaldo "Fenômeno" durante a Copa do Mundo do Japão, em 2002? Ou então da fruteira que Carmem Miranda carregava na cabeça?

Tente sair na rua com um corte de cabelo parecido com o do Ronaldo ou com um "chapéu" igual ao da Carmem Miranda. Provavelmente, a reação das pessoas será de espanto e, de brinde, você ainda será julgado pelos outros.

Por mais estranho que possa parecer, o Fenômeno fez moda com seu corte "Cascão". O sucesso, talvez, seja fruto de sua fama e dinheiro, assim como a ilustre Carmem Miranda e seus estranhos apetrechos.

sábado, 1 de agosto de 2009

Então tá bom. Tchau!

Comunicar-se é uma necessidade básica do ser humano, isso ninguém pode negar, pois é um fato. Mais gostoso do que apenas se comunicar, é poder conversar e trocar idéias com um amigo ou vários ao mesmo tempo. Até mesmo os mais tímidos e menos sociáveis, gostam de conversar com pessoas que as deixam a vontade ou que passam confiança.

Para os ligados à tecnologia, os softwares de mensagens instantâneas é a salvação, já para quem gosta de do bom e velho telefone, as horas passam e quando se percebe, lá se foi uma parte do dia, como consequência, a conta no final do mês é o terror dos pagadores de conta.

E é, justamente, na conversa por telefone que surge uma pequena e inconsciente disputa: a de quem se despede e desliga o telefone mais rápido. Se pararmos para analisar, o final da conversa é quase sempre embolada.

Normalmente, o que acontece é o seguinte: a pessoa vai se despedir, aí quem está do outo lado da linha começa a falar ou se despedir por cima, aí os dois ficam embolando o meio de campo, enfim... o final da conversa costuma terminar assim:

- Ah, então tá bom. Tchau!

O espaço de tempo entre o "tchau" e o barulho do telefone no gancho é tão curto que sempre sobra alguém com o telefone na orelha. Com isso, a única coisa que resta a fazer é se conformar com a situação.

Também são nas conversas por telefone que sempre tem alguém que não quer terminar o papo e é, exatamente, na hora da despedida que surgem novos assuntos, o que faz daquela simples conversinha, um enorme discurso.

É nessa situação que o jogo de cintura decide quem sai vitorioso nessa disputa entre o tagarela e a pessoa que precisa desligar o telefone.