terça-feira, 19 de julho de 2011

E num passe de mágica...

(...) "Deus ouviu minhas preces e me atendeu..."

Será que alguém ainda lembra do refrão dessa música? Só pra refrescar a memória de muitos, esse é o trecho de uma canção da antiga dupla sertaneja João Paulo e Daniel, chamada "Olhos claros".

Mas o que essa música tem a ver com o post dessa porcaria de blog de hoje? Essa é a sensação que o pobre autor desse blog teve ao ler no site da Folha que, tanto a Globo quanto o SBT, orientaram seus autores a diminuírem o apelo aos personagens gays.

Não é nada, mas tem tudo a ver com a última atualização realizada. Se não viu o último post, basta clicar aqui para ler e se você ficou curioso para ler a matéria da Folha, então clique aqui.

Abaixo, a música de João Paulo e Daniel.



ps.: Isso sim é sertanejo!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A lavagem cerebral dos tempos modernos

Sinceramente, é difícil engolir o apelo que as emissoras tem feito para que a sociedade aceite o homossexualismo como algo normal e bonito.

Primeiro, foi a corrida para mostrar quem exibia o primeiro beijo homossexual, agora a inserção constante de personagens atraídos pelo mesmo sexo (em novelas). Parece até que somos obrigados a aceitar tal situação, essa lavagem cerebral faz lembrar as eleições presidenciais onde a imagem do diabo candidato Collor foi desenhada, a ideia foi vendida e depois comprada,  só que isso não é correto, por dois motivos:

1º - ninguém é obrigado a aceitar nada que seja forçado.
2º - se fosse correto ou, pelo menos, aceitável estaria descrito na Bíblia.

Alguém pode até dizer: - É só não assistir novela, boneca! - mas, mesmo que a televisão esteja desligada, o jornal vai falar desse assunto, as revistas de fofoca também, na internet terão notícias e para onde quer que se vire tem algo/ alguém tratando desse assunto.

Será que ninguém percebeu ainda que já ficou chato? Talvez isso se caracterize como assédio.

ps.: era tão bom o tempo em que se dava pra sair na rua e não saber a opção sexual de cada um.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Nome novo e música

Cansei! É verdade, cansei do antigo nome (ooorra) desse pobre e desatualizado espaço.

Agora, vou chama-lo de "Zero Operadora Doze" ou "0xx12", que nada mais é que o código de área para quem deseja fazer um 21 ligar para telefones da região do Vale do Paraíba ou São José dos Campos (que é onde eu moro).

Se você me perguntar: - Mas pra quê serve esse post inútil?! Vou responder: - Pra absolutamente nada! Mas como eu estou aqui sem fazer nada e enrolando pra ir dormir, deixa eu ser feliz e botar a caixola pra funcionar um pouco.

Pra não dizer que essa atualização é totalmente inútil, abaixo segue uma música muito boa do Gabriel, o pensador, chamada "Ãh". Ouça e pense!

É isso aí, "liga nóis, certo!"

domingo, 16 de janeiro de 2011

O extraordinário cubo de Rubik

É, de certa forma, impressionante como certos brinquedos entram e saem de moda. Todo ano é a mesma história: pipas colorindo o céu, bolinhas de gude correndo pelas calçadas, carrinhos de rolimã "rasgando" ladeira abaixo, assim como ioiôs e peões, embora este seja mais difícil de ver rodando por aí.

Mesmo com toda a tecnologia existente hoje e a preferência das crianças por jogos eletrônicos, alguns clássicos podem ser comprados em lojas de artigos baratos. É o caso do lendário cubo mágico ou então, cubo de Rubik. Para obter um "dado colorido", talvez, você não gaste mais que R$5.

Criado em 1974 pelo húngaro Ernõ Rubik, o brinquedo tirou a paciência de muitos jovens e adultos. De tão complexo, ele só foi resolvido pela primeira vez após um mês de dedicação. Não é atoa que foi considerado o "Jogo do ano", no ano em que foi desenvolvido.

Se tratando de números, é possível afirmar que um cubo mágico tem, impressionantes 43.252.003.274.489.856.000 (alguém sabe ler esse número?) combinações e para resolvê-lo bastam apenas 20 movimentos. Para chegar a essa conclusão bastou, somente, uma equipe com alguns matemáticos, um engenheiro do Google e um programador, além de uma infraestrutura para desenvolver a pesquisa.

Concordo que o número acima é grande, mas não há motivos para pânico, já que para encontrar a solução do cubo existem duas maneiras: ou você é um gênio e ordena as cores do brinquedo na raça ou então, é um grande trapaceiro e faz uma busca na internet de como resolver o inquietante e misterioso cubo mágico.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Curiosidades sobre o desenho Doug Funnie

Doug! - Sou eu! Aposto que muitos de nós corríamos para frente da tevê ao ouvir essa frase. E não era à toa, pois estava começando mais um episódio de Douglas Yancey Funnie ou, simplesmente, Doug.

Como era divertido ouvir aquela musiquinha que não falava nada e no final da abertura acontecer algo engraçado com o personagem. Quem assistiu sabe que esse foi um dos melhores desenhos da infância dos anos 90.

Para quem não se lembra muito bem – o que é difícil – Doug era um garoto de 11 anos que morava na cidade de Bluffington e, através de suas narrativas, compartilhava parte de suas vivências.

Ao lado de seu cachorro, Costelinha, o garoto sempre começava suas histórias escrevendo em seu diário. A partir daí, contava suas aventuras, inclusive no papel do herói Homem Codorna. A imaginação do personagem era tão fértil que, em alguns episódios Doug se transformava em Smash Adams, um agente secreto, à la James Bond.

Além do cãozinho, Doug também contava com a companhia de seus melhores amigos, Skeeter Valentine (que, às vezes, aparecia como Mosquito Prateado – paródia do Surfista Prateado) e Patti Mayonnaise, e até com a perseguição de seu inimigo, Roger Klotz.

Assim como todo adolescente, Doug tinha um amor secreto por Patti e uma banda favorita, chamada Os Beets, uma mistura de Beatles e Ramones. Como se não bastasse, o menino tocava banjo – muito bem, por sinal.

Depois que passou a ser produzido pela Disney, a série sofreu algumas modificações, entre elas, o visual dos personagens, que ganharam novas roupas. Porém, certas alterações não agradaram ao público, como a diminuição do poder imaginativo de Doug e também a desvalorização da agenda do personagem. No entanto, a musiquinha da abertura continuou muito boa, com um assobio bem legal.

Outros personagens que apareciam no desenho eram: Judy Funnie (irmã), Theda Funnie (mãe), Phillis Funnie (pai), Beebe Bluff (amiga), Willy White (amigo de Roger), Connie Benge (amiga de Patti e Beebe), Boomer Bledsoe (amigo de Roger), Al e Moo Sleech (irmãos gêmeos, filhos de um fabricante de biscoitos), Sr. Bone (vice-diretor da escola de Buffington), Robert White (prefeito da cidade), Sra Wingo (professora de Doug), Sr e Sra Dink (vizinhos de Doug).

Curiosidades

Doug é uma criação do artista Jim Jinkins e a série animada foi produzida a partir de um livro não publicado. O livro se chamava “Doug got a new pair of shoes” (Doug ganha um novo par sapato).

Na primeira fase do desenho, foram criados 52 episódios, exibidos pelo canal norte-americano Nickelodeon, entre os anos de 1991 e 1994. No Brasil, foi exibido, inicialmente, pela TV Cultura.

Já na segunda fase, depois que a Disney comprou a Jumbo Pictures, foram criados 65 episódios, exibidos pelo canal ABC, entre os anos de 1996 e 1999. Nesta nova etapa, Doug avançou para a idade de 12 anos e meio e também ganhou uma irmãzinha, Motoneta Cleópatra. No começo, a série foi renomeada para Brand Spanking New Doug e depois para Disney’s Doug.

Outra curiosidade do desenho era a cor da pele dos personagens. Doug é de pele clara, enquanto seu vizinho Sr. Dink é roxo, Skeeter é azul, Patti é laranja e Roger é verde-claro.

E para finalizar, no guarda-roupa de Doug, todas suas roupas eram iguais.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Espanha ou Holanda?

Final de Copa de Mundo. Espanha campeã mundial pela primeira vez e a Holanda vice pela terceira vez. Para nós brasileiros a competição acabou antes do tempo, com a eliminação precoce, logo nas quartas de final, mas enfim...

Para quem você estava torcendo?! Para a Laranja Mecânica ou para a Fúria? Temos aqui alguns pontos a serem analisados:

1º ponto – até o final desta edição da copa, nenhuma das duas seleções havia sido campeã.

2º ponto – a Holanda tirou o Brasil, logo o orgulho de ser brasileiro nos “impede” de torcer para quem nos eliminou. No entanto, perdemos para uma possível campeã mundial em 2010.

3º ponto – a Espanha tem certo preconceito contra brasileiro, o que chamamos de xenofobia (forma de preconceito, racial, grupal ou cultural). Dessa forma, poderíamos torcer para que a Fúria se transformasse em choro, só por vingança.

4º ponto – a Espanha, até março – quando foi divulgado pela Fifa – estava na primeira colocação do ranking, seguida pelo Brasil. Assim, poderíamos torcer para vê-la cair, pelo mesmo motivo do ponto 2.

5º ponto – a Holanda tem história, grandes jogadores e qualidade técnica, além de calma para jogar sob pressão. A Espanha tem demonstrado garra, um futebol envolvente e jogadores renomados.

É claro que esses são alguns pontos – superficiais e escritos por alguém que não entende de futebol – mas que podem ser levados em consideração ao escolher um time para torcer na final. Então, fica a pergunta, pra quem você torceu?

domingo, 11 de julho de 2010

Procras... o quê?

Procrastinar... Não, não é um palavrão e nem algo tão complicado de se entender. Segundo o “pai dos burros”, quer dizer: protrair ou delongar, mas no português falado significa “não deixar para depois o que se pode fazer hoje”. 

Esse termo não remete apenas aos preguiçosos (eu sou um deles), mas também ao bom funcionário de uma grande empresa, já que ele costuma ter atitude e fazer a diferença. No entanto, tem quem modifica o dito popular e diz: “não deixe para amanhã o que se pode fazer depois de amanhã”. 

De certa forma, as duas versões frases fazem sentido, porém uma delas tem um caráter positivo e a outra não. É bem provável que você não use essa palavra no seu dia-a-dia, nem ouça pessoas usando com frequência, mas pelo menos você não correrá o risco de ficar vermelho quando conversar com alguém que gosta de usar termos difíceis. 

Então, fica a dica: pare de procrastinar e leia aquele livro de 500 páginas que você sempre teve vontade de ler e nunca o fez; Tome uma atitude positiva e faça a diferença.