domingo, 22 de novembro de 2009

Sábia loucura (de Deus)

Em 1 Coríntios 1: 25, está escrito "... Por que a loucura de Deus é mais sábia que o homem e a fraqueza de Deus é mais forte que o homem". A princípio, pode parecer mais um trecho bonito da bíblia, mas a profundidade deste versículo vai um pouco mais além.

Em muitos casos, vemos médicos com um "nó no cérebro", sem saber explicar certos acontecimentos, que são verdadeiros desafios à medicina. Porém, eles sabem que isso é obra divina. Por outro lado existem pessoas que dizem ser tudo, menos o agir de Deus.

Quando temos que fazer alguma escolha, principalmente, se ela envolver religião, muitas pessoas riem ou nos julgam loucos, mas aí vem a resposta para as brincadeiras. Deus sabe o que é melhor para cada um de seus filhos, mesmo que aos olhos humanos pareça loucura, impossível ou qualquer coisa desse tipo.

Em momentos difíceis, quando sentimos que não vamos mais aguentar, algo vem ao encontro para nos encorajar e nos dar o sustento necessário para vencer. Isso porque, como ser humano, somos fracos, mas para a nossa sorte temos Alguém, que mesmo "fraco" é mais forte que qualquer Super-homem ou mais inteligente que qualquer Albert Einstein.

Louco mesmo é quem não quer enxergar a grandeza de Deus.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Novo membro

Depois de um bom tempo resistindo ao álbum digital de fotos, eis que surge uma pequena extensão do blog.

Agora é vez de algumas de minhas fotos serem inseridas e divulgadas. Assim como os textos, as fotografias também são dificeis de serem feitas, mas a intenção é estar sempre colocando algo novo.

Para estrear este espaço, foi feita uma pequena seleção do pouco material arquivado no meu computador. Abaixo está o link para o álbum, o mesmo endereço também ficará disponível na coluna ao lado.

Álbum de Fotos (
clique aqui)

terça-feira, 6 de outubro de 2009

O bom inimigo

Quem nunca teve um inimigo levanta a mão! Mesmo que você não tenha um inimigo, é bem provável que haja uma pessoa que não goste muito de você, mesmo que não haja motivos concretos para isso. Há quem diga que isso é inveja.

Bom seria se todos nós tivessemos apenas amigos e que não houvesse rancor entre as pessoas, mas isso soa como utopia ou, quem sabe, como a idealização de um mundo perfeito. Na prática, o que se pode perceber é bastante diferente da realidade.

De tudo, o que se pode fazer é tirar proveito, mesmo das coisas que, talvez, sejam/ pareçam ruins. Um inimigo, por exemplo, é uma boa pessoa para nos ajudar a crescer. É verdade e eu explico o por quê.

Normalmente, o inimigo exalta aquilo que há de ruim em você. Como dizem, "violência gera violência", então brigar não vai adiantar. Ficar parado, olhando também não vai resolver o problema, então o jeito é usar eliminar um item da lista de provocações do "invejoso". Esta é a arma contra aqueles que desejam o nosso mal.

Na teoria, é fácil transformar pontos negativos em pontos positivos, mas para isso é necessária mudança de atitude e é isso que torna a tarefa difícil. Um gordinho que quer emagrecer, tem que comer menos e isso é difícil. Um pessoa que quer parar de fumar, tem que começar fumando menos e isso é difícil, logo tranformar defeitos em qualidades também é difícil. É mais cômodo deixar tudo como está.

Não estou dizendo que devemos criar personagens para nós mesmos, nem que devemos agradar à todos, mas quanto menos pessoas apontando e fazendo comentários, é melhor.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Visto sim

Sem dúvida o dinheiro é o que movimenta o mundo, não é a toa que o chamamos de "capitalista". É impressionante como o dinheiro tem influência sobre quase todas as coisas que fazemos atualmente. Por exemplo, com dinheiro, podemos nos livrar da cadeia, conseguir amigos, namoradas (os), ser famosos e também moldar o próprio estilo.

Talvez quem sofra mais com a falta de dinheiro são as crianças que dependem, em tudo, dos pais, mais ainda quando falamos de roupas. No começo, aquele conjuntinho que a tia deu no aniversário do sobrinho, sirva como uma salvação para o bolso dos pais do menino ou da menina, que é obrigada a usar, sem ter a chance de questionar a beleza dos trajes.

Aos olhos dos pais, "ficou uma gracinha"; das crianças mais velhas, "garotinho da mamãe"; do irmão mais velho, "ridículo"; do irmão mais novo, "quero ser igual a ele quando crescer". Agora, o que pensa o dono da roupa?

Quando a criança cresce e começa a trabalhar, o dinheiro entra e o guarda-roupa se renova. Agora as roupas que eram dadas pelos parentes mais próximos, começam a dar lugar às peças mais personalizadas e que dizem muito sobre o estilo da pessoa. Caso ela não seja do tipo conservadora, é quase certo comentários do tipo: "Parece que você está com as calças cheias (cagado)!" ou "Esta roupa é muito apertada/ não serve pra você!".

Interessante que se você é pobre, ter estilo é ser ridículo, mas se você é rico, ter estilo é ser "estiloso". Quem não se lembra do visual do Ronaldo "Fenômeno" durante a Copa do Mundo do Japão, em 2002? Ou então da fruteira que Carmem Miranda carregava na cabeça?

Tente sair na rua com um corte de cabelo parecido com o do Ronaldo ou com um "chapéu" igual ao da Carmem Miranda. Provavelmente, a reação das pessoas será de espanto e, de brinde, você ainda será julgado pelos outros.

Por mais estranho que possa parecer, o Fenômeno fez moda com seu corte "Cascão". O sucesso, talvez, seja fruto de sua fama e dinheiro, assim como a ilustre Carmem Miranda e seus estranhos apetrechos.

sábado, 1 de agosto de 2009

Então tá bom. Tchau!

Comunicar-se é uma necessidade básica do ser humano, isso ninguém pode negar, pois é um fato. Mais gostoso do que apenas se comunicar, é poder conversar e trocar idéias com um amigo ou vários ao mesmo tempo. Até mesmo os mais tímidos e menos sociáveis, gostam de conversar com pessoas que as deixam a vontade ou que passam confiança.

Para os ligados à tecnologia, os softwares de mensagens instantâneas é a salvação, já para quem gosta de do bom e velho telefone, as horas passam e quando se percebe, lá se foi uma parte do dia, como consequência, a conta no final do mês é o terror dos pagadores de conta.

E é, justamente, na conversa por telefone que surge uma pequena e inconsciente disputa: a de quem se despede e desliga o telefone mais rápido. Se pararmos para analisar, o final da conversa é quase sempre embolada.

Normalmente, o que acontece é o seguinte: a pessoa vai se despedir, aí quem está do outo lado da linha começa a falar ou se despedir por cima, aí os dois ficam embolando o meio de campo, enfim... o final da conversa costuma terminar assim:

- Ah, então tá bom. Tchau!

O espaço de tempo entre o "tchau" e o barulho do telefone no gancho é tão curto que sempre sobra alguém com o telefone na orelha. Com isso, a única coisa que resta a fazer é se conformar com a situação.

Também são nas conversas por telefone que sempre tem alguém que não quer terminar o papo e é, exatamente, na hora da despedida que surgem novos assuntos, o que faz daquela simples conversinha, um enorme discurso.

É nessa situação que o jogo de cintura decide quem sai vitorioso nessa disputa entre o tagarela e a pessoa que precisa desligar o telefone.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Apelido, pra que te quero?

Apelido. Quem nunca teve um?

Ter, ao menos, um apelido é uma das coisas mais normais que existe, convenhamos que alguns são indesejados, mas acabam que se tornando uma marca registrada, uma referência.

Algumas pessoas dizem que "é só você não ligar, que eles param", algumas vezes isso funciona, mas a verdade é que, quando um apelido tem que pegar, não tem remédio, o jeito é se conformar e entrar na dança.

Parando para pensar, podemos classificar os apelidos em: carinhosos - que são aqueles dados pelos pais, parentes ou namorada (o); de resumo - normalmente aplicados àquelas pessoas que possuem nomes estranhos, difíceis de pronunciar ou muito extensos; referência - pode ser que esse tipo seja o mais temido e mais indesejável dos apelidos. Nessa categoria, a pessoa apelidada nunca é lembrada pelo nome de batismo e quando este é citado, a pessoa em questão só é lembrada quando o apelido vem junto. Normalmente, a referência é uma pessoa famosa ou um personagem de desenho; comum de dois - aplicados, normalmente, entre amigos, onde todos são chamados pelo mesmo apelido; defeituosos - mais temido que os de referência, esse tipo de apelido é fruto daquele defeitinho que você odeia, mas que seu amigo sacana sempre repara; regional - esse tipo de apelido é mais "light" e é normal quando você está fora do seu estado de origem.

Chega a ser engraçado que algumas pessoas possuem uma pré-disposição a ganhar apelidos. As vezes, são tantos que há uma disputa para saber quem possui o maior número de apelidos ou qual é o mais engraçado ou então o mais bizarro.

Uma coisa é certa, os apelidos são coisas da vida e quando tem que pegar, não tem como fugir.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Ao rei, a majestade

De acordo com o dito popular: "A vida é uma caixinha de surpresas" e realmente é. Depois de muito sucesso, seguido por diversas polêmicas e casos de polícia, Michael Jackson se afastou da mídia, deu um tempo e, quando todos pensavam que o Rei do Pop retornaria aos palcos, chega a notícia de sua morte.

Ainda baseado nos ditos populares, podemos dizer que "quem é rei, nunca perde a majestade", o que implica em dizer que apesar da vida conturbada, o intérprete de tantos sucessos sempre será lembrado por suas incríveis performances, que revolucionou a maneira de dançar e influenciou uma infinidade de artistas em diversos gêneros musicais.

Ser entitulado "rei" não é tão fácil quanto parece. No caso de Michael Jackson, foi necessário vender mais de 200 milhões de discos, sendo que dos 10 álbuns produzidos em carreira solo, o mais comercializado foi "Thriller", com ultrapassados 100 milhões de cópias em todo o mundo.


Além do grande número de vendagem, o ex-líder dos Jacksons 5 emplacou três músicas no topo das paradas de 1982: "The girl is mine", "Billie Jean" e "Beat it".

Abaixo, Michael em um de suas apresentações pelo mundo.