Apesar de negativa as críticas, a repercussão dos últimos dois posts foi interessante. Para abaixar um pouco a poeira e deixar o clima ameno, aí vai uma receitinha!
CANAPÉ DE DAMASCO
Lucas Rodrigues Abbruzzini
INGREDIENTES:
300 g requeijão cremoso ou cream cheese
3 folhas de cebolinha
20 unidades de damasco seco
100 g de pistache bem cortado
MODO DE PREPARO:
Corte a cebolinha bem fina e misture com o requeijão. Corte o damasco ao meio até a metade. Recheie o damasco com o requeijão. Coloque pistache no requeijão do damasco. Sirva!
domingo, 31 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
E num passe de mágica...
(...) "Deus ouviu minhas preces e me atendeu..."
Será que alguém ainda lembra do refrão dessa música? Só pra refrescar a memória de muitos, esse é o trecho de uma canção da antiga dupla sertaneja João Paulo e Daniel, chamada "Olhos claros".
Mas o que essa música tem a ver com o post dessa porcaria de blog de hoje? Essa é a sensação que o pobre autor desse blog teve ao ler no site da Folha que, tanto a Globo quanto o SBT, orientaram seus autores a diminuírem o apelo aos personagens gays.
Não é nada, mas tem tudo a ver com a última atualização realizada. Se não viu o último post, basta clicar aqui para ler e se você ficou curioso para ler a matéria da Folha, então clique aqui.
Abaixo, a música de João Paulo e Daniel.
ps.: Isso sim é sertanejo!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
A lavagem cerebral dos tempos modernos
Sinceramente, é difícil engolir o apelo que as emissoras tem feito para que a sociedade aceite o homossexualismo como algo normal e bonito.
Primeiro, foi a corrida para mostrar quem exibia o primeiro beijo homossexual, agora a inserção constante de personagens atraídos pelo mesmo sexo (em novelas). Parece até que somos obrigados a aceitar tal situação, essa lavagem cerebral faz lembrar as eleições presidenciais onde a imagem do diabo candidato Collor foi desenhada, a ideia foi vendida e depois comprada, só que isso não é correto, por dois motivos:
1º - ninguém é obrigado a aceitar nada que seja forçado.
2º - se fosse correto ou, pelo menos, aceitável estaria descrito na Bíblia.
Alguém pode até dizer: - É só não assistir novela, boneca! - mas, mesmo que a televisão esteja desligada, o jornal vai falar desse assunto, as revistas de fofoca também, na internet terão notícias e para onde quer que se vire tem algo/ alguém tratando desse assunto.
Será que ninguém percebeu ainda que já ficou chato? Talvez isso se caracterize como assédio.
ps.: era tão bom o tempo em que se dava pra sair na rua e não saber a opção sexual de cada um.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Nome novo e música
Cansei! É verdade, cansei do antigo nome (ooorra) desse pobre e desatualizado espaço.
Agora, vou chama-lo de "Zero Operadora Doze" ou "0xx12", que nada mais é que o código de área para quem deseja fazer um 21 ligar para telefones da região do Vale do Paraíba ou São José dos Campos (que é onde eu moro).
Se você me perguntar: - Mas pra quê serve esse post inútil?! Vou responder: - Pra absolutamente nada! Mas como eu estou aqui sem fazer nada e enrolando pra ir dormir, deixa eu ser feliz e botar a caixola pra funcionar um pouco.
Pra não dizer que essa atualização é totalmente inútil, abaixo segue uma música muito boa do Gabriel, o pensador, chamada "Ãh". Ouça e pense!
É isso aí, "liga nóis, certo!"
É isso aí, "liga nóis, certo!"
domingo, 16 de janeiro de 2011
O extraordinário cubo de Rubik
É, de certa forma, impressionante como certos brinquedos entram e saem de moda. Todo ano é a mesma história: pipas colorindo o céu, bolinhas de gude correndo pelas calçadas, carrinhos de rolimã "rasgando" ladeira abaixo, assim como ioiôs e peões, embora este seja mais difícil de ver rodando por aí.
Mesmo com toda a tecnologia existente hoje e a preferência das crianças por jogos eletrônicos, alguns clássicos podem ser comprados em lojas de artigos baratos. É o caso do lendário cubo mágico ou então, cubo de Rubik. Para obter um "dado colorido", talvez, você não gaste mais que R$5.
Criado em 1974 pelo húngaro Ernõ Rubik, o brinquedo tirou a paciência de muitos jovens e adultos. De tão complexo, ele só foi resolvido pela primeira vez após um mês de dedicação. Não é atoa que foi considerado o "Jogo do ano", no ano em que foi desenvolvido.
Se tratando de números, é possível afirmar que um cubo mágico tem, impressionantes 43.252.003.274.489.856.000 (alguém sabe ler esse número?) combinações e para resolvê-lo bastam apenas 20 movimentos. Para chegar a essa conclusão bastou, somente, uma equipe com alguns matemáticos, um engenheiro do Google e um programador, além de uma infraestrutura para desenvolver a pesquisa.
Concordo que o número acima é grande, mas não há motivos para pânico, já que para encontrar a solução do cubo existem duas maneiras: ou você é um gênio e ordena as cores do brinquedo na raça ou então, é um grande trapaceiro e faz uma busca na internet de como resolver o inquietante e misterioso cubo mágico.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Curiosidades sobre o desenho Doug Funnie
Doug! - Sou eu! Aposto que muitos de nós corríamos para frente da tevê ao ouvir essa frase. E não era à toa, pois estava começando mais um episódio de Douglas Yancey Funnie ou, simplesmente, Doug.
Como era divertido ouvir aquela musiquinha que não falava nada e no final da abertura acontecer algo engraçado com o personagem. Quem assistiu sabe que esse foi um dos melhores desenhos da infância dos anos 90.
Para quem não se lembra muito bem – o que é difícil – Doug era um garoto de 11 anos que morava na cidade de Bluffington e, através de suas narrativas, compartilhava parte de suas vivências.
Ao lado de seu cachorro, Costelinha, o garoto sempre começava suas histórias escrevendo em seu diário. A partir daí, contava suas aventuras, inclusive no papel do herói Homem Codorna. A imaginação do personagem era tão fértil que, em alguns episódios Doug se transformava em Smash Adams, um agente secreto, à la James Bond.
Além do cãozinho, Doug também contava com a companhia de seus melhores amigos, Skeeter Valentine (que, às vezes, aparecia como Mosquito Prateado – paródia do Surfista Prateado) e Patti Mayonnaise, e até com a perseguição de seu inimigo, Roger Klotz.
Assim como todo adolescente, Doug tinha um amor secreto por Patti e uma banda favorita, chamada Os Beets, uma mistura de Beatles e Ramones. Como se não bastasse, o menino tocava banjo – muito bem, por sinal.
Depois que passou a ser produzido pela Disney, a série sofreu algumas modificações, entre elas, o visual dos personagens, que ganharam novas roupas. Porém, certas alterações não agradaram ao público, como a diminuição do poder imaginativo de Doug e também a desvalorização da agenda do personagem. No entanto, a musiquinha da abertura continuou muito boa, com um assobio bem legal.
Outros personagens que apareciam no desenho eram: Judy Funnie (irmã), Theda Funnie (mãe), Phillis Funnie (pai), Beebe Bluff (amiga), Willy White (amigo de Roger), Connie Benge (amiga de Patti e Beebe), Boomer Bledsoe (amigo de Roger), Al e Moo Sleech (irmãos gêmeos, filhos de um fabricante de biscoitos), Sr. Bone (vice-diretor da escola de Buffington), Robert White (prefeito da cidade), Sra Wingo (professora de Doug), Sr e Sra Dink (vizinhos de Doug).
Curiosidades
Doug é uma criação do artista Jim Jinkins e a série animada foi produzida a partir de um livro não publicado. O livro se chamava “Doug got a new pair of shoes” (Doug ganha um novo par sapato).
Na primeira fase do desenho, foram criados 52 episódios, exibidos pelo canal norte-americano Nickelodeon, entre os anos de 1991 e 1994. No Brasil, foi exibido, inicialmente, pela TV Cultura.
Já na segunda fase, depois que a Disney comprou a Jumbo Pictures, foram criados 65 episódios, exibidos pelo canal ABC, entre os anos de 1996 e 1999. Nesta nova etapa, Doug avançou para a idade de 12 anos e meio e também ganhou uma irmãzinha, Motoneta Cleópatra. No começo, a série foi renomeada para Brand Spanking New Doug e depois para Disney’s Doug.
Outra curiosidade do desenho era a cor da pele dos personagens. Doug é de pele clara, enquanto seu vizinho Sr. Dink é roxo, Skeeter é azul, Patti é laranja e Roger é verde-claro.
E para finalizar, no guarda-roupa de Doug, todas suas roupas eram iguais.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Espanha ou Holanda?
Final de Copa de Mundo. Espanha campeã mundial pela primeira vez e a Holanda vice pela terceira vez. Para nós brasileiros a competição acabou antes do tempo, com a eliminação precoce, logo nas quartas de final, mas enfim...
Para quem você estava torcendo?! Para a Laranja Mecânica ou para a Fúria? Temos aqui alguns pontos a serem analisados:
1º ponto – até o final desta edição da copa, nenhuma das duas seleções havia sido campeã.
2º ponto – a Holanda tirou o Brasil, logo o orgulho de ser brasileiro nos “impede” de torcer para quem nos eliminou. No entanto, perdemos para uma possível campeã mundial em 2010.
3º ponto – a Espanha tem certo preconceito contra brasileiro, o que chamamos de xenofobia (forma de preconceito, racial, grupal ou cultural). Dessa forma, poderíamos torcer para que a Fúria se transformasse em choro, só por vingança.
4º ponto – a Espanha, até março – quando foi divulgado pela Fifa – estava na primeira colocação do ranking, seguida pelo Brasil. Assim, poderíamos torcer para vê-la cair, pelo mesmo motivo do ponto 2.
5º ponto – a Holanda tem história, grandes jogadores e qualidade técnica, além de calma para jogar sob pressão. A Espanha tem demonstrado garra, um futebol envolvente e jogadores renomados.
É claro que esses são alguns pontos – superficiais e escritos por alguém que não entende de futebol – mas que podem ser levados em consideração ao escolher um time para torcer na final. Então, fica a pergunta, pra quem você torceu?
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