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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Nada novo de novo

Fim do período de festas. Ano novo, vida... peraí, está tudo como antes: trabalho, faculdade, obrigações, contas, correria.

Como foram as festas? Quais são os planos para 2015? Conseguiu realizar tudo que pretendia em 2014?

Apesar de mais um ano começar e poucas coisas realmente mudarem, o que importa é renovar a esperança de que tudo aquilo que não foi bom mude e o que foi bom continue a acontecer.

Em relação ao blog, realmente, está um pouco empoeirado, cheirando mofo, parecendo roupa velha no guarda-roupa, mas o ano novo está aí, vamos pra frente mais uma vez. Alguns planos na mente e algumas ideias, só resta saber se vai dar certo.

Bom ano pra todos e muita paz em 2015.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Ser exemplo

Há alguns anos, em tempos de quartel, ouvi nosso sargento nos dizer que devemos ser exemplos, seja onde for e independente do que estivermos fazendo.

Esse ensinamento eu encarei como algo do tipo: "sabedoria popular". Mais ou menos como aquele negócio que avós possuem, de não não terem tanto estudo, mas serem detentores de muito conhecimento.

Independente disso, ser um exemplo seja lá onde for, é uma verdade e se esforçar pra isso trará um reconhecimento importante para você. Afinal, quem é que não quer ser lembrado por boas ações, por ajudar o próximo, por querer o bem de todos, por se doar pela causa alheia, não importando se você o faz no ambiente de trabalho, na roda de amigos, no ambiente escolar?

Se esforce para isso: não fale palavrões, esteja disposto a servir, ajude seu próximo, respeite os mais velhos, estude e não cole nas provas, se empenhe no que for fazer, não deixe seus compromissos para a última hora, seja pontual, honesto, etc.

Lembre-se, sempre tem alguém te observando.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Não pergunte, faça!

Ah, o capitalismo! Sistema cruel e impiedoso. Exige demais do ser humano visando apenas os números, as dezenas, as centenas, os milhares...

Triste pensar que esse sistema econômico tira a vida de quem precisa de dinheiro para suprir as próprias necessidades e isso reflete no mercado de trabalho, que se torna tão cruel quanto a economia. Não é difícil ir até uma fábrica, um comércio ou um escritório para buscar emprego. Não é difícil conseguir o emprego em si, o problema é se manter nele.

O fato é que a exigência de mercado é grande e ela obriga que você, mero mortal, apenas faça, faça e faça, sem o direito de questionar ou saber os porquês. Por que fazer tal trabalho? Por que tal coisa funciona de um jeito e não de outro? Por que devo fazer assim e não diferente? Apenas faça!

Quem não se encaixa nesse formato não serve, porque quem pergunta ou quer entender o funcionamento das coisas se torna uma ameaça e isso não é bom. O que acontece, geralmente, é uma espécie de perseguição e esse funcionário acaba por não ter a chance de desempenhar todo o seu potencial.

Ah, o capitalismo!