quarta-feira, 8 de maio de 2013

Educação para todos

Verificar o passado, transformar o presente e garantir o futuro, Esse é um dos fundamentos ao estudarmos a história. Seja de uma civilização, de uma cidade, nação, ou de uma pequena parte do passado. Isso vale, também, para a história da educação.

Vasculhar diários de classe, cadernos antigos, programas pedagógicos e tudo o que for útil para identificar as mudanças ocorridas, ao longo dos anos, no processo educacional brasileiro. Essas são algumas medidas que podem nos ajudar a entender o motivo pelo qual a educação do Brasil encontra-se tão mal (estagnada) e como agir para que mudanças - positivas - aconteçam.

Se todos tem acesso à educação, como diz o governo, então porque não investir em qualidade? Não é difícil ver nos jornais que falta mão de obra especializada no mercado e, com isso, quem sai perdendo somos nós mesmos, que deixamos passar boas oportunidades de emprego ou remuneração, gerando a necessidade de importar profissionais qualificados para ocupar as vagas disponíveis.

Basta olhar para trás e notar que o que falta para o povo é uma boa educação. Então, se não estudarmos a nossa história, aprender com nossos erros e tentar mudar o futuro, nunca conseguiremos andar pra frente.

Acorda, Brasil!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Não apenas palavras

O que é ler? Qual a sua importância? Como fazer boas leituras? Para quem gosta, um imenso prazer, por outro lado, um martírio para aqueles que não tem o costume da leitura ou que faz por obrigação.

Importante é perceber que a leitura vai muito além das palavras escritas ou impressas nos livros, revistas ou, ainda, em cadernos. Ler é, também, compreender o mundo a sua volta, entender o que se passa ou acontece nos mais variados setores da sociedade em que vivemos.

Entender o mundo é fundamental para que a escrita, na sua forma mais simples, seja eficaz. Através desse entendimento é que poderemos contextualizar nossas obras e tornar a escrita mais rica e, talvez, mais profunda, no sentido de trazer informações relevantes para quem as lê.

Por fim, fazer uma boa leitura é saber fazer críticas, saber analisar situações e tirar lições delas, independente se essa situação é boa ou ruim.


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Educação mental

Falar de educação no Brasil se tornou tão difícil, não por ser um assunto complicado, mas porque ela deixou de ser importante. O que podemos classificar como lamentável.

Quando se fala em educação, logo vem aquela ideia pré-estabelecida de que ela "vai de mau à pior", mas ninguém quer pensar em uma solução prática e a culpa acaba sobrando para os professores, quase por obrigação, que suprir a falta de educação familiar. Aquele negócio de "educação a gente traz do berço".


Talvez, por isso, a necessidade de boas universidades, que estimulem seus futuros professores a fazerem a diferença numa sociedade que se acostumou a não pensar e a não agir diante das dificuldades.


Obviamente que, não basta termos professores bons e comprometidos, se eles não tiverem uma boa estrutura de trabalho. Isso implica em dizer: melhores salários, escolas bem estruturadas, bons materiais didáticos, etc.

Está comprovado: professores bem estimulados conseguem ensinar mais e melhor... e os estudantes agradecem.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Refletindo a vida

Por que será que grandes nomes ou grandes personalidades morrem de forma estranha? É estranho pensar que tantos artistas, mesmo com tudo que o dinheiro pode comprar sofrem de problemas, talvez, simples de serem resolvidos ou que poderiam ser evitados.

Não sei de todos os casos, mas para ilustrar: Kurt Cobain foi encontrado morto com um tiro na cabeça, Jimmy Hendrix se afogou no próprio vômito, Michael Jackson teve overdose de remédios para alívio de dores, Cazuza e Renato Russo morreram de Aids (esse não é simples de se resolver, mas poderia ter sido evitado), além de tantos outros...

Se a vida humana é tão frágil, porque então, não se cuidar para que ela seja duradoura? Quando vemos pessoas largadas nas ruas, sem muitas condições de mudar de realidade, ficamos com dó, mas, muitas vezes, não temos pena quando violamos nossa própria integridade. Fazemos coisas que nos prejudicam e não nos importamos com as consequências.

A morte do cantor Chorão foi uma surpresa, mas algo que, quem o conhecia, tinha ideia de que não demoraria muito a acontecer. Logicamente que, a realidade dele, não muda o sentimento dos fãs, da mesma maneira que não muda essa minha condição (de fã).

Penso que essa morte foi um desperdício... de talento, de referência e de musicalidade. Hoje me pergunto: Qual banda, nas condições atuais do cenário musical brasileiro, assumirá o posto que o Charlie Brown Junior deixou, já que o que vemos/ temos são bandas solúveis?

NOTA: Essa é uma pequena reflexão e uma simples forma de homenagear um artista que teve influência em grande parte da minha vida. Que levantou a bandeira do esporte que amo (skate) e que fez músicas que estão gravadas na minha memória. Descanse em paz, Chorão!

quarta-feira, 13 de março de 2013

Mente vazia... oportunidade à vista

"Mente vazia, oficina do diabo!" Quem já não ouviu esse ditado?

Pode parecer uma brincadeira, ou algo do tipo, mas essa pequena frase é uma grande verdade. Basta prestar atenção, nas coisas simples mesmo, e você irá perceber como é fácil pensar em bobeiras, basta ter um incentivo.
Por exemplo: se desentendeu com o chefe? Coitado, vai ficar com a orelha vermelha o resto do dia; bandido está na cadeia "de bobeira"? Grandes chances de estar matutando um jeito de sair.

Mas não é só a mente vazia que é problema, a mente cheia de porcaria também é. De tantos casos, podemos ilustrar com aqueles malucos que entram atirando no cinema;
 A traição, tão encenada nas novelas.  O "amigo" que chama o outro pra fumar um baseado e "esvaziar" a mente.

Estranho como o ser humano tem essa facilidade de pensar/ fazer o mal, lembrando que na Bíblia essa "tendência negativa" é citada.


Mas como preencher o vazio da caixola? Substituindo maus costumes por hábitos saudáveis, como por exemplo: prática de esportes, leitura de bons livros, estudos, dedicar tempo para aprender coisas novas e por aí vai...


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

De dentro pra fora

Não adianta você querer mudar o mundo, não adianta você querer mudar o próximo, se essa mudança não partir de você.

Fazer diferença no mundo começando por nossas próprias atitudes, o jeito de agir e de tratar os que nos cercam, essa é a mensagem que um tal Michael Jackson queria transmitir com a música "Man in the mirror".

Mas fazendo uma breve reflexão, percebemos que esse é um desafio para cada um de nós, é algo diário. Em poucas palavras, "engolir o ego" e buscar um jeito novo de viver. Quando falo de mudança, falo de pequenos gestos. Por exemplo, pedir licença, pedir por favor, dizer obrigado, ser gentil, flexível, tolerante, não jogar lixo nas ruas, etc... , ou seja, coisas simples.

Poucas pessoas se importam com as "regras de boas maneiras", a maioria vive correndo e, não por maldade, se esquecem dessas lições, lições que fazem a diferença entre os amigos, familiares, colegas de trabalho. É claro, parte dessas pessoas não se importam com isso porque não foram ensinadas a serem diferentes.

Mas nunca é tarde para aprender. Busque essa mudança interior e faça o seu mundo diferente. Fica a dica!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Relato musical

Não sei se isso já aconteceu com você, mas quando criança, acontecia de meus pais ou tios colocarem determinada música pra tocar e eu sair de perto para não ter que escutar aquele som.

Engraçado que ainda tachava a música de "chata" ou "de velho". Não sei explicar o motivo de não gostar daquilo, sendo que ainda não havia um conceito/ definição de música boa.

Na época, era empolgante aumentar o volume ao som de Raimundos, Charlie Brown Junior, Offspring, Red Hot, Blink 182, Limp Bizkit, etc... Hoje essas mesmas bandas possuem a ocasião certa pra serem ouvidas. Djavan, Jorge Ben, Tim Maia, Gilberto Gil e outros não tinham vez no rádio de casa.

Engraçado que o tempo passou e tudo aquilo que eu não ouvia passou a ser admirado, mais ainda depois de começar a estudar música. Sempre me autodenominei eclético, mas desse "bicho" aí eu não tinha nada. Dizem que aprendemos com os próprios erros, mas parece que, mesmo tendo essa consciência, continuo errando e subestimando a genialidade de certos artistas. Lembrando que estou falando de MÚSICA, não apenas de música.

Certa vez alguém disse que os brasileiros investem em certos estilos, sendo que estes, geralmente, ficam presos à região de origem ou, mesmo, no país e não veem que o MPB roda o mundo fazendo sucesso por onde passa. Nada contra quem curte os estilos universitários e/ou ritmos da moda - até porque são legais ouvir em festas, reuniões familiares, toca-las com os amigos - mas concordo com essa afirmação.

É... acho que estou ficando velho ou chato, quem sabe, velho e chato
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