Tento ser forte em meio ao caos!
Em meio às dúvidas procuro encontrar uma resposta,
No meu vazio interior eu tento me preencher
Um turbilhão de pensamentos sufoca minha mente
Gritar é inútil, ninguém me ouve,
Afinal, quem poderia?
Me diz, então, qual é a saída?
pois eu não vejo mais graça
nesse espetáculo chamado vida
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Encontros e reencontros
Viver, crescer, trabalhar e seguir a vida. Algo básico na vida de qualquer pessoa - responsabilidades de quem passa para a vida adulta. São tantas responsabilidades que, às vezes, nos esquecemos das pessoas que nos cercam, dos que dividiram momentos, se dedicaram à nós, enfim, pessoas que são ou foram nossos amigos.
Não ligar ou mandar uma mensagem no aplicativo de mensagem instantâneas nem sempre é possível, isso não quer dizer que a saudade não existe ou que a gente não se importa. Significa que o tempo é curto. Engraçado que o "marcar (re)encontro", geralmente, é algo difícil de se fazer/ acontecer, afinal, quando um pode o outro não pode e vice-versa.
O que acontece, normalmente, é aquela "topada" com o amigo em lugares públicos como shoppings ou restaurantes. Infelizmente, isso ocorre quando estamos ocupados ou apressados para algum compromisso e, se tiver sorte, ainda dá pra trocar algumas palavras, mas com aquelas perguntas básicas sobre saúde, emprego e família.
Ainda assim, todo pouco tempo que conseguimos para falar com um velho conhecido é sempre uma grande satisfação e nos enche de prazer. Por isso é importante cultivar boas amizades, evitar desavenças, ser lembrado por boas coisas.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Criatividade x tristeza
Realmente, não da pra entender como se fica criativo nos momentos ruins da vida ou quando se está triste. Parece que os dois (criatividade e tristeza) foram feitos um para o outro.
Não que isso seja uma regra ou que a criatividade só virá por meio da angústia, mas muitas mudanças acontecem quando passamos por alguma situação assim. A vontade de mudar ou de se expressar são mais evidentes.
Talvez seja por esse motivo que muitas músicas boas são escritas em ocasiões de baixa emocional. Quem sabe porque a sensibilidade em relação ao que está à nossa volta aumenta, ou então, por estarmos mais atentos ao que está acontecendo com a gente mesmo - em períodos de reflexão.
Só pra exemplificar, Amy Winehouse tinha letras profundas e que refletiam a fase em que estava vivendo. Infelizmente essa análise foi feita tarde demais, arrisco dizer que não só com ela, mas com diversos outros artistas.
Se tem algo bom nesse tipo de vivência é a possibilidade de se conhecer e de tentar coisas novas, descobrir habilidades e talentos. O que não se deve fazer é deixar se abater a ponto de não querer mais nada com a vida. Ser forte é o melhor caminho.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Nada novo de novo
Fim do período de festas. Ano novo, vida... peraí, está tudo como antes: trabalho, faculdade, obrigações, contas, correria.
Como foram as festas? Quais são os planos para 2015? Conseguiu realizar tudo que pretendia em 2014?
Apesar de mais um ano começar e poucas coisas realmente mudarem, o que importa é renovar a esperança de que tudo aquilo que não foi bom mude e o que foi bom continue a acontecer.
Em relação ao blog, realmente, está um pouco empoeirado, cheirando mofo, parecendo roupa velha no guarda-roupa, mas o ano novo está aí, vamos pra frente mais uma vez. Alguns planos na mente e algumas ideias, só resta saber se vai dar certo.
Bom ano pra todos e muita paz em 2015.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
A Copa por quem não entende
Mesmo não entendendo muita coisa de futebol, estava nítido que a Seleção Canarinho não daria conta de chegar à final. Não falo isso à toa já que desde antes do início da Copa do Mundo o que se via era um cenário desfavorável para a realização desse evento e mais ainda, por conta de uma situação política conturbada que se envolveu numa série de "saias-justas" na organização do mundial.
Tirando o meu pessimismo e ceticismo em relação à vitória brasileira nessa copa, o que se viu é o reflexo de um time despreparado, reflexo de um Brasil em que tudo se dá um jeitinho. Como já foi falado por alguns comentaristas, a seleção não pode pensar que de na "hora H" tudo vai se resolver, que as cinco estrelas bordadas na camisa vai intimidar o adversário. É como se uma pessoa quisesse passar numa prova da OAB, por exemplo, sem se preparar pra isso ou como um candidato à uma vaga na faculdade de medicina que passa o ano inteiro sem estudar e pensar que vai ser o primeiro da lista.
Na minha opinião, chegar à semi-final foi pura sorte, já que o futebol apresentado passou longe de ser aquele que encantou muita gente no passado.
Não fico triste com a eliminação, nem chateado com o resultado da partida, apenas lamento pelos milhares de torcedores que choraram e que buscaram no futebol um refúgio para tentar se livrar de tanto sofrimento o qual estão submetidos todos os dias.
Como David Luiz disse ao final da partida: "O que eu queria era ver o povo feliz".
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Racismo...
Muito tem-se falado sobre racismo e preconceito contra o próximo. Uma atitude que, ninguém pode negar, é um tanto quanto intolerável. O problema é que hoje estão mostrando um problema que já se arrasta há muito tempo, não só no Brasil, mas no mundo.
É difícil tratar de um assunto, quando ele é velado, ou seja, que todo mundo finge que não existe, mas a verdade é que a maioria (pra não dizer todo o mundo) é intolerante à alguma coisa. Infelizmente, o que sobressai é a questão étnica, já que somos todos humanos, somos todos de uma mesma espécie e o pior é que é a única que se diz racional. O que muitas vezes não se comprova, justamente, por essas atitudes.
O que se tem mostrado com frequência nas mídias são os casos de preconceito dentro do futebol, mas isso não chega a nem 1% do que acontece fora dos gramados. E não estou falando apenas de negros e brancos, esse problema é geral. Mas o que falta para esse problema acabar? É educação, conscientização, humanidade, vergonha na cara?
Acredito que o que falta é mais temor à Deus, já que um dos mandamentos é "amar o próximo como à mim mesmo". Se colocássemos esse mandamento em prática, muitos problemas sociais terminariam.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)
